
RESENHA: Dois álbuns ao vivo revelam fases fortes de Peter Murphy, revisitadas com banda afiada, repertório abrangente e transição do gótico ao pop sofisticado. Texto: Ricardo...

RESENHA: Álbum do Spiritual Cramp, Rude mistura Clash, indie 2000s, reggae, The Hives e punk californiano em faixas afiadas, melódicas e sarcásticas, com energia de hino...

RESENHA: Stardust marca Danny Brown sóbrio, mergulhando no hyperpop para criar paisagens sonoras intensas, misturando rap outsider, pós-punk e experimentação. Texto: Ricardo Schott Nota: 9 Gravadora:...

RESENHA: JoyCry, EP de Vanna Blue, mistura dream pop e pós-punk em faixas hipnóticas que alternam luz e sombra, com texturas cintilantes e certa agressividade. Texto:...

RESENHA: Funk é matemática vê Pipa explorar o funk à distância, misturando ambient, beats experimentais e viagens eletrônicas em movimentos cheios de atmosfera. Texto: Ricardo Schott...

RESENHA: Coletânea Wings relembra a fase 1971–79 de Paul McCartney, quando liderou a banda que dá nome ao disco. É pop-rock brilhante entre caos criativo, hits...

RESENHA: Toska expõe o humor ácido de Angélica Duarte em synthpop, brega e pós-punk, atacando padrões e abusos com ironia e deboche. Texto: Ricardo Schott Nota:...

RESENHA: Casa da Mata celebra dez anos com o EP Carnaval, mergulhando em blues rock sombrio, pós-punk e psicodelia nordestina, mas com pouca variação de clima....

RESENHA: Bruno Leo faz em Vestígios um álbum-crônica sobre memórias e mudanças, misturando britpop, pós-punk e dream pop em histórias de lugares e vidas. Texto: Ricardo...

RESENHA: Stelare renasce do Mosby com emo adulto e direto: refrãos fortes, temas de rotina sufocante, ódio, agonia e sobrevivência num 6×1 diário. Texto: Ricardo Schott...