
RESENHA: Twee pop açucarado e retrô: o Lightheaded mistura Beach Boys, Beatles e Phil Spector em faixas com charme e melancolia vintage. Texto: Ricardo Schott Nota:...

RESENHA: Em Dance called memory, o Nation Of Language mistura synthpop e eletrorock melancólico, entre Ultravox, New Order e MGMT, mas com voz própria. Texto: Ricardo...

RESENHA: Pós-punk sombrio e explosivo, All that is over mostra os Sprints mais perigosos e intensos, entre ecos 60’s, ruído e libertação. Texto: Ricardo Schott Nota:...

RESENHA: Brian Dunne mistura power pop, folk e rock em Clams casino, com ironia e drama, criando músicas doces e ácidas sobre a vida comum e...

RESENHA: Em The New Eve is rising, The New Eves estreia com um folk-punk estranho e intenso, cheio de distorções, poesia pagã e ecos de Velvet...

RESENHA: Firefriend lança dois discos: Blue radiation, com drones e colagens sonoras, e Fuzz, garage rock sombrio entre Velvet Underground e Stooges. Apoie a gente e mantenha...

RESENHA: Warlocks explora psicodelia, shoegaze, dream pop e mais em The manic excessive sounds of, mandam bala um caos sonoro que soa como cura auditiva. Apoie a...

RESENHA: Anti-Spectacular mistura punk, krautrock, blues e funk psicodélico em I don’t want to be angry anymore, disco raivoso, espiritual e cheio de referências. Apoie a gente...

RESENHA: No álbum Air between us, o Coral Grief une dream pop e indie rock com lirismo e ironia à moda britânica, criando um retrato doce...

RESENHA: Em Birthing, os Swans mergulham em faixas longas, som sombrio e climas ritualísticos. Um disco denso, assustador e feito pra afastar ouvintes casuais (se é...