
RESENHA: Em Different when it’s silent, Tricky troca o trip hop por um indie rock sombrio e minimalista, explorando luto, ausência e vulnerabilidade. Texto: Ricardo Schott...

RESENHA: Em Reativo, o No Bass No Love une electrorock, punk e synthpop para transformar ansiedade, estresse e conflitos cotidianos em hinos de pista sombrios. Texto:...

RESENHA: Guided By Voices mantém o ritmo frenético e entrega mais um disco de guitarras, lo-fi, folk e power pop, sem soar repetitivo ou previsível. Texto:...

RESENHA: Em Whack’s museum, Tierra Whack transforma rap em laboratório criativo, com humor, experimentação, punchlines e mudanças de rumo constantes. Texto: Ricardo Schott Nota: 9 Gravadora:...

RESENHA: Duo Genre Is Death estreia um pós-punk/no wave ruidoso e cru em Attractive people, misturando Suicide, PiL, garage rock e caos sonoro. Texto: Ricardo Schott...

RESENHA: CJ Wildheart mistura punk, power pop e rock sessentista em Devil, álbum de riffs fortes, refrões marcantes e críticas ao conservadorismo e à extrema direita....

RESENHA: The Asteroid No. 4 une shoegaze e psicodelia em In praise of shadows, álbum atmosférico, espacial e perfeito para sonhar e levitar. Texto: Ricardo Schott...

RESENHA: Mais Um Dia mistura Midwest emo, pop nacional dos anos 1990 e rock dos 2000 em Sem ressentimentos, EP de melodias acolhedoras e letras sinceras....

RESENHA: Após 25 anos, o Deardarkhead volta instrumental e transforma shoegaze clássico em guitarras cheias de melodias que parecem esconder letras. Texto: Ricardo Schott Nota: 8,5...

RESENHA: Rapper capixaba Link do Zap mistura rap lo-fi, confissões e existencialismo em álbum intimista que aproxima Earl Sweatshirt de Phoebe Bridgers. Texto: Ricardo Schott Nota:...