
RESENHA: Liderado por Tim Fitzpatrick, o Wow, Okay, Cool cruza pós-punk, pós-hardcore, punk e peso sabbathiano em um álbum de ritmos imprevisíveis e letras contra capitalismo...

RESENHA: O trio carioca 3 Mil Ekos cruza jovem guarda, rock clássico, samba-rock e referências latinas em uma estreia cheia de energia e bons ganchos –...

RESENHA: O Limbo7 vem da mesma onda metal mandrake de MC Taya e Isotopxs, e mostra várias relações com o rap, o skate-punk e a música...

RESENHA: Dividido entre São Paulo e Paraíba, o duo Jubba e Samyr reúne em Até que foi bom, sabe? slowcore, soul, trip hop, city pop, folk-rock...

RESENHA: No novo EP, World of turmoil, o Septik mistura crossover, thrash metal, punk e metalcore em faixas rápidas e agressivas, com referências a Megadeth, Sepultura,...

RESENHA: No álbum The how to sing tape, Elli Ott explora cordas, objetos e falhas de gravação para criar uma mistura de folk, ruído e experimentação,...

RESENHA: No terceiro disco solo, Brandon Flowers mergulha no country de Nashville, entre Johnny Cash e Willie Nelson, mas letras ingênuas e constrangedoras tornam Thrasher uma...

RESENHA: No EP Tormento, João Kombi explora ruídos processados, distorções e texturas mecânicas em duas longas faixas instrumentais gravadas para o programa Bipe. Texto: Ricardo Schott...

RESENHA: No quarto álbum, Ternura e violência, o Magnólia combina screamo, emo, shoegaze e breakcore em músicas que alternam tranquilidade e peso para falar de amor,...

RESENHA: No segundo álbum, Irreversible, o Brigitte Calls Me Baby transforma referências a Morrissey, The Cure, Pretenders e Roxy Music em rock melódico e pós-punk sobre...