
RESENHA: Reel me in, de Lisa SQ, mistura indie, power pop e jazz em “álbum-foto” sobre autoconhecimento: melancolia, lembranças doloridas e alguns climas solares. Texto: Ricardo...

RESENHA: Selling a vibe mostra o The Cribs superando crises com indie, power pop e pós-punk: disco de garagem, maturidade e clima claro de vitória. Texto:...

RESENHA: Jeen faz de For the romance um EP lo-fi e pop, cheio de ganchos rápidos, ecos de Paramore, Killers e No Doubt, feito para grudar....

RESENHA: Helena Papini (Francisco El Hombre) estreia solo com Tudo eu?, disco de rock confessional entre punk, power pop e Rita Lee. Texto: Ricardo Schott Nota:...

RESENHA: Entre o dream pop e o folk, Maura Weaver cria em Strange devotion um som delicado, melancólico e cheio de verdades emocionais. Texto: Ricardo Schott...

RESENHA: Sloan reafirma seu power pop beatlemaníaco em Based on the best seller, unindo Beatles, Bowie e Weezer num som bubblegum e afiado. Texto: Ricardo Schott...

RESENHA: Superstar Crush une pop barroco, power pop e indie com emoção à flor da pele em Way too much, um disco teatral, divertido e cheio...

RESENHA: Brian Dunne mistura power pop, folk e rock em Clams casino, com ironia e drama, criando músicas doces e ácidas sobre a vida comum e...

RESENHA: Spielmann mistura Bruce Springsteen, synthpop e power pop em um EP irônico, chiclete e cheio de letras sobre trabalho, dia a dia e etarismo. Texto:...

RESENHA: Babycarpets faz indiepopshoegaze e une estilos roqueiros dos anos 1990 em Different lifetime, álbum versátil que evoca de Teenage Fanclub a Nirvana. Apoie a gente e...