
RESENHA: Após 11 anos, o Alabama Shakes retorna com I must be dreaming, disco em que soul, blues e psicodelia embalam letras sobre amor, racismo, trabalho...

RESENHA: No terceiro disco solo, Brandon Flowers mergulha no country de Nashville, entre Johnny Cash e Willie Nelson, mas letras ingênuas e constrangedoras tornam Thrasher uma...

RESENHA: No primeiro álbum, It goes on, o Westside Cowboy equilibra country, pós-punk e indie rock, aproximando The Cure, Pixies e The Fall sem abrir mão...

RESENHA: Yard Act troca a frieza eletrônica por um som mais orgânico e irônico, unindo pós-punk, pop e crítica social em seu disco mais maduro, You’re...

RESENHA: Em Loveland, Suki Waterhouse mistura indie pop, folk e britpop em canções sobre paixão, autoconfiança e desilusões amorosas. Texto: Ricardo Schott Nota: 9 Gravadora: Island...

RESENHA: Jessie Ware manda muito bem em Superbloom. Ela entrada um álbum disco direto e elegante, que atualiza a disco sem soar nostálgica, equilibrando escapismo, prazer...

RESENHA: Em It’s not that deep, Demi Lovato aposta em pop leve e feliz, mas falta gás para transformar a fase boa em algo realmente marcante....

RESENHA: Em Days of ash, o U2 tenta recuperar relevância com EP político e nostálgico – e apresenta músicas boas em meio clima irregular. Texto: Ricardo...

RESENHA: Man’s best friend mostra Sabrina Carpenter afiada: pop leve e irônico, entre soft rock e dance, criticando homens perdidos e relações falhas. Texto: Ricardo Schott...

RESENHA: From the pyre aposta no glam-barroco performático do The Last Dinner Party, com ótimos momentos, mas perde equilíbrio e força na segunda metade. Texto: Ricardo...