
RESENHA: Vocabularies faz pós-punk/no wave ácido em For the hundredth time: guitarras nervosas, humor amargo e críticas ao trabalho e ao capitalismo. Texto: Ricardo Schott Nota:...

RESENHA: Em URGH, o Mandy, Indiana desmonta o rock com noise, industrial e raiva política: um disco agressivo, sombrio e feito para causar medo. Texto: Ricardo...

RESENHA: Banda francesa Nastyjoe estreia em The house com pós-punk sofisticado: vocais graves, guitarras nervosas e clima indie cerebral. Pode virar favorita. Texto: Ricardo Schott Nota:...

RESENHA: Shaking Hand estreia misturando britpop, shoegaze e pós-punk: guitarras circulares, ruído à Sonic Youth e climas de Ride a Wire. Texto: Ricardo Schott Nota: 9...

RESENHA: So Dead, banda portuguesa, faz pós-punk eletrônico e sombrio no disco A wet dream and a pistol, entre darkwave, synths gélidos e ecos de Joy...

RESENHA: Supergrupo indie de Bristol, The Cindys estreia com disco curto que mistura pós-punk, noise-rock e indie 2000, indo do slacker ao Velvet Underground. Texto: Ricardo...

RESENHA: Secret love amplia o pós-punk falado do Dry Cleaning, cruza referências setentistas, kraut e folk torto, e soa como crônicas estranhas da vida adulta. Texto:...

RESENHA: EP maníaco do Ira Glass, Joy is no knocking nation mistura pós-hardcore, math rock, fanfarra sombria e ataques free-jazz, criando uma avalanche ruidosa, tensa e...

RESENHA: A mistura de pós-punk esquisito, música eletrônica, som cerimonal e no wave do Fini Tribe ressurge na caixa The sheer action of the Fini Tribe...

RESENHA: Wire abre caminhos do punk ao experimental: Nine sevens reúne singles lançados entre 1977 e 1980, de melodias pop a ruídos industriais, mostrando a ousadia...