
RESENHA: Shaking Hand estreia misturando britpop, shoegaze e pós-punk: guitarras circulares, ruído à Sonic Youth e climas de Ride a Wire. Texto: Ricardo Schott Nota: 9...

RESENHA: So Dead, banda portuguesa, faz pós-punk eletrônico e sombrio no disco A wet dream and a pistol, entre darkwave, synths gélidos e ecos de Joy...

RESENHA: Supergrupo indie de Bristol, The Cindys estreia com disco curto que mistura pós-punk, noise-rock e indie 2000, indo do slacker ao Velvet Underground. Texto: Ricardo...

RESENHA: Secret love amplia o pós-punk falado do Dry Cleaning, cruza referências setentistas, kraut e folk torto, e soa como crônicas estranhas da vida adulta. Texto:...

RESENHA: EP maníaco do Ira Glass, Joy is no knocking nation mistura pós-hardcore, math rock, fanfarra sombria e ataques free-jazz, criando uma avalanche ruidosa, tensa e...

RESENHA: A mistura de pós-punk esquisito, música eletrônica, som cerimonal e no wave do Fini Tribe ressurge na caixa The sheer action of the Fini Tribe...

RESENHA: Wire abre caminhos do punk ao experimental: Nine sevens reúne singles lançados entre 1977 e 1980, de melodias pop a ruídos industriais, mostrando a ousadia...

RESENHA: Pós-punk sombrio e explosivo, All that is over mostra os Sprints mais perigosos e intensos, entre ecos 60’s, ruído e libertação. Texto: Ricardo Schott Nota:...

RESENHA: New Brutalism lança Requiescat record, EP produzido por Steve Albini em 2021, unindo noise-rock, pós-punk e peso metálico. Texto: Ricardo Schott Nota: 8,5 Gravadora: Computer...

RESENHA: Osees retorna irado em Abomination revealed at last, misturando punk, psicodelia e letras cifradas contra big techs e política. Apoie a gente e mantenha nosso trabalho...