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RESENHA: Quinto disco de Doja Cat, Vie aposta num pop oitentista cheio de referências (Prince, Michael Jackson, new jack swing) e variedade que foge da simples...

RESENHA: Trio feminino carioca, o Madame Salame revisita o indie rock dos anos 1990 com distorções, melodias fortes e ecos de grunge, shoegaze e pós-punk. Texto:...

RESENHA: Em Love and fortune, Stella Donnelly canta a perda de uma amizade em folk minimalista e introspectivo, entre pós-punk, dor e recomeço. Texto: Ricardo Schott...

RESENHA: Rapper mineiro criado em Niterói, Joca mistura rap, psicodelia e espiritualidade em Cortavento, disco urbano, sensorial e de resistência pessoal. Texto: Ricardo Schott Nota: 9...

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RESENHA: O Home Front mistura punk e synthpop com criatividade rara: teclados, vibe pós-punk e referências 80s dão forma ao potente Watch it die. Texto: Ricardo...

RESENHA: Jonas Sá mistura soul, indie rock e pop adulto em _MNSTR_: disco elegante, político e experimental, que soa atual e potente do começo ao fim....

RESENHA: Em Sinestesia primária, Guioak troca o minimalismo triste por um EP mais colorido e seguro: pop experimental sobre amor, perdas e travessias, com referências e...

RESENHA: Formado na pandemia, o Negative Blast faz punk curto e feroz. Destroy myself for fun mistura hardcore, punk e noise em oito faixas cheias de...