
O disco “novo” de Lana Del Rey – que a princípio se chama Stove, depois de mudar de nome algumas vezes – ganha mais um capítulo,...

RESENHA: Automatic mistura synthpop gelado e pós-punk dançante em Is it now?: muitas referências, mas identidade própria e letras de recusa ao padrão. Texto: Ricardo Schott...

RESENHA: Carlos Dafé e Adrian Younge unem soul e samba em JID025, disco setentista, orquestral e psicodélico que reencontra passado e presente. Texto: Ricardo Schott Nota:...

RESENHA: Period Bomb, de Camila Alvarez, retoma o riot grrrl com inclusão e barulho experimental. O EP Cuntageous mistura egg punk e críticas diretas ao machismo....

RESENHA: Em Days of ash, o U2 tenta recuperar relevância com EP político e nostálgico – e apresenta músicas boas em meio clima irregular. Texto: Ricardo...

RESENHA: Em God save the gun, Militarie Gun mistura punk, pós-punk e britpop para ironizar fé, vícios e promessas fáceis de salvação. Texto: Ricardo Schott Nota:...

RESENHA: Em Encanto, Cesar Soares mistura ritmos nordestinos e sons experimentais, fala de coragem e homofobia, e recria a Balada do louco, dos Mutantes, em clima...

RESENHA: Em Unclouded, Melody’s Echo Chamber transforma o trauma pós-acidente em pop psicodélico hipnótico, entre T. Rex, Caetano e ecos imaginários. Texto: Ricardo Schott Nota: 9...

RESENHA: Ex-casal, Nick & June gravam New year’s face: dream pop misterioso, orquestral e eletrônico, produzido por Peter Katis, cheio de clima romântico e melancólico. Texto:...

RESENHA: Ratboys mistura indie e alt-country em Singin’ to an empty chair: terapia Gestalt, memórias familiares e dor transformam-se em canções ruidosas e delicadas. Texto: Ricardo...