
RESENHA: Em Teoría de conspiración, o duo mexicano Malcriada mistura hyperpop, darkwave e electropop para abordar paranoia, manipulação e boatos que associam a dupla à suposta...

RESENHA: Em Chrome, Ty Segall troca o pop psicodélico por garage rock, grunge, stoner e hard rock setentista. Gravado quase todo ao vivo, o álbum ganha...

RESENHA: Em Lost in lust, Pabllo Vittar mistura dance music, funk, piseiro e reggaeton numa tentativa de conquistar o mercado internacional. O resultado é dançante, mas...

RESENHA: Em I know to much, Ellie Goulding mistura dance-pop, R&B e baladas para falar de divórcio, autoestima e memórias. O álbum funciona bem, mas suas...

RESENHA: Em Orin, o vocalista do Ponto de Equilíbrio mistura reggae, funk, reggaeton e dub em seis faixas sobre amor, fé e autoconfiança. Um EP mais...

RESENHA: No sexto álbum, Pitty mistura guitarras pesadas, alt-pop, pós-punk e até tecnobrega. Entre ecos de Arctic Monkeys e Queens Of The Stone Age, a cantora...

RESENHA: Inspirado no Cookie Monster, o Eels mistura folk, power pop e rock dos anos 1960 em Cookie happened. Entre ecos de Lou Reed, Dylan e...

RESENHA: Em Eletromelodramas vol. 2, Anfiteatro Babel, o projeto de André Nectoux explora drones, sintetizadores e krautrock em três faixas instrumentais que criam cenários imaginários, entre...

RESENHA: Em Unexpected voice, o francês Mafia Sofa mistura garage rock, pós-punk, stoner e psicodelia, com ecos de Osees e Ty Segall. Nove faixas de guitarras...

RESENHA: Em Dopamine chamber, o Fontaines D.C. mistura Bowie, rock gótico e eletrônica para falar de vícios, desejo e relações humanas. Com Rosalía, a banda entrega...