Isso sim é que é botar pilha. O site Flashbak acredita que se houve um marco inicial da produção caseira de pornografia (a mesma que faz vazarem vídeos reveladores de atrizes e modelos e que faz com que haja um monte de gente pedindo nudes no WhatsApp) ele rolou quando a companhia japonesa Akai decidiu lançar seu modelo de gravador portátil de video tape VTR 1/4 dessa forma.

Propaganda da câmera caseira da Akai nos anos 1970

Esse anúncio saiu publicado lá fora e trazia a Lynn Partington, garota da revista Penthouse de dezembro de 1973, posando para um vídeo feito na calma e na tranquilidade do lar. A ideia não era apenas mostrar que o novo modelo de gravador vídeo-tape era prático, portátil e permitia “play e replay instantâneo (…) sem filmagens, processos, uso de monitor”, etc. Numa jogada publicitária que hoje colocaria qualquer empresa em situações complicadas, a Akai ainda avisava que cada comprador de um gravador “iria receber um convite pessoal de uma garota da Penthouse para fazer uma sessão de gravação numa cidade próxima”.

Se você ficou bastante curioso para saber como funcionava uma geringonça dessas, um cara pegou um aparelho parecido, botou pra rodar e fez um vídeo.