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King Gizzard & the Lizard Wizard soltam duas músicas novas

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King Gizzard & the Lizard Wizard soltam duas músicas novas

Sabe quantos discos a sensacional banda australiana de rock psicodélico King Gizzard & the Lizard Wizard lançou só em 2017? Quatro. E a banda ainda anuncia um quinto lançamento para ano, ainda sem título e que sairá “muito no final” de 2017. Pra quem está louco (a) para ouvir logo o disco, o King Gizzard já liberou duas faixas. Pega aí Beginners luck e All is known.

Sim, os caras são produtivos. Além dos vários discos que lançam, a banda de Stu Mackenzie (voz, guitarra, flauta, teclados), Ambrose Kenny-Smith (voz, gaita, teclados), Cook Craig (guitarra, voz), Joey Walker (guitarra, voz), Lucas Skinner (baixo), Michael Cavanagh (bateria e percussão) e Eric Moore (bateria, percussão e também empresário da turma) lançou ainda um festival, o Gizzfest. E é festival grande: sete datas em sete pontos diferentes da Austrália, com bandas psicodélicas e malucas. Entre as atrações, a lisergia da banda japonesa Kikagaku Moyo.

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O disco mais recente deles, Polygondwanaland, saiu em 17 de novembro. E é um dos melhores discos das “novas ondas” da psicodelia. Fato: listas de melhores de 2017 não estarão completas sem pelo menos um dos discos novos do grupo. Ouve aí.

E isso aí é a maravilha que é o King Gizzard ao vivo. Ouça no volume máximo.

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Guto Brant lança “Sem farol”, com clipe feito à distância

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Guto Brant lança "Sem farol", com clipe feito à distância

Sem farol, música do novo EP de Guto Brant, Pombália, ganhou um clipe feito maneira totalmente remota, por Guto e sua companheira, Júlia Maia, usando um fundo verde em casa. A direção foi feita direto de Londres, por Vitor Meuren, abusando do chroma key para incluir vários elementos visuais diferentes: um filme dos anos 1940 com Luz Del Fuego dançando, cenas do Repórter Esso e do antigo programa Abertura, apresentado por Glauber Rocha na TV Tupi.

“Pra mim era muito importante que esse trabalho respeitasse as limitações que a pandemia impunha e não colocasse ninguém em risco. Por conta disso, fizemos tudo à distância: gravei as faixas do disco em casa; mixamos/masterizamos remotamente; fizemos as fotos da capa em casa, etc”, recorda Guto, que gravou as imagens em casa e mandou tudo para Meuren pós-produzir. “Ele chegou a um resultado final que fez parecer que havíamos produzido o vídeo em estúdio. Em suma, foi uma experiência muito positiva”.

O filme Videodrome, de David Cronenberg, é citado como referência do vídeo por Meuren. “Mas ele entrou mais como justificativa das nossas ações do que como inspiração. Brincando com esses efeitos de restrição de cores, super saturação e pixelização da imagem, a gente estava batendo em uma estética muito dos games, e não era bem isso (ou só isso). Então coincidiu de, por indicação de um amigo canadense muito querido e fã do trabalho do David Cronenberg, eu assistir o filme”, conta o diretor.

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“Tem uma cena específica em que o personagem principal tem suas alucinações gravadas por um device estranhíssimo em que o resultado da gravação são essas texturas todas pixelizadas, em mosaico de cor restrita. E aí deu o estalo, é isso: vamos variar as cores à medida que a música for ficando mais caótica. Também incluímos alguns poucos objetos modelados em 3d mega simples e pixelizados estilo 16 bits e alguns elementos fotográficos”, afirma o Meuren.

Em casa Guto e a companheira tiveram trabalho para fazer o painel de chroma-key caber na sala. “Foi preciso arrastar os móveis e ainda assim a largura do painel ficou a conta certinha da sala. O Vitor explicou que era preciso que captássemos as imagens com boa luz e, como não tínhamos uma estrutura boa para iluminar a cena artificialmente, escolhemos um horário em que a luz natural da sala favoreceria, o que acabou dando certo”, conta.

O disco Pombália, por sua vez, surgiu da relação de Guto com o apartamnto em que vive em Belo Horizonte. “Ele tem mesmo esse apelido carinhoso de ‘pombal’, o que acabou inspirando o título do disco: juntei o sufixo ‘ália’ ao termo pra que assim ele abraçasse a coletividade, fazendo do título Pombália essa representação do ‘reino do lar’, campo onde essas canções nasceram e foram registradas”, conta ele, que gravou pela primeira vez um disco inteiro em casa.

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Tiago Sá lança lyric video de “Quase tudo bem”

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Músico que começou a carreira na década de 1990, tocando em bandas de reggae de Brasília, Tiago Sá lançou no dia 28 de julho o EP Querelas de Brasília, pelo selo Hominis Canidae REC. O nome do disco é uma brincadeira com Querelas do Brasil, música de Aldir Blanc e Mauricio Tapajós, e também é uma referência à situação bizarra que estamos vivendo no país atualmente. É também o primeiro disco dele a estar nas plataformas de streaming. Tiago tem mais dois CDs lançados originalmente ainda apenas em formato físico, Reação da alquimia (2012) e Música pra te aguçar (2019).

E agora saiu lyric video da faixa de abertura do disco, Quase tudo bem, que você assiste com exclusividade aqui no POP FANTASMA.

O clipe é o terceiro lyric video do EP, já que saíram os de Anticorpos antifascistas e Querelas de Brasília. Todos os vídeos foram produzidos pela Imaginarte e formam um EP visual com o repertório do disco. Tiago acrescenta que a música, que une rock, dub, rap, música brasileira e eletrônica (“a voz tem um suíngue brasileiro que lembra a síncope do samba”, diz) tem participação do rapper Japão Viela 17. “A letra fala sobre o Brasil, faz um recorte crítico que também exalta as coisas boas e tenta ter esperança, por isso a ironia do nome Quase tudo bem. Ela lembra que somos um povo de paz, mas também um povo de luta, e sem luta não há mudança”, conta.

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“Os três lyrics são praticamente clipes, já que são feitos 100% com filmagens, têm uma estética que lembra o punk rock dos anos 1980 e cada vídeo tem uma cor predominante como na trilogia de Krzysztof Kieślowski”, explica Henrique Montezano, criador dos vídeos.

E tá aí o EP de Tiago.

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Música Contemporânea nas Comunidades abre inscrições

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O projeto Música Contemporânea nas Comunidades, que visa levar para dentro das favelas o conceito de arte contemporânea aplicado na música, para estimular a criatividade e a inovação de jovens músicos periféricos, vai apresentar neste ano o tema Samba Global – oportunidades, expansão e experimentação. Vão haver cinco workshops, os quais acontecerão ao vivo por meio de plataforma interativa, com debates sobre a flexibilidade do samba, experimentações influenciadas pelo samba brasileiro, organizações de samba espalhadas pelo mundo afora e a adoção cultural do estilo musical.

As inscrições podem ser realizadas no site do MCnC, www.musicanascomunidades.com.br, até o dia 16 de setembro. Não existem pré-requisitos para participação, apenas ser integrante do público alvo: jovens de 16 a 30 anos de comunidades periféricas do Rio de Janeiro que sejam músicos ou que sonhem em trabalhar com a música.

Janaina Pires, idealizadora do projeto e produtora cultural, conta que a ideia do MCnC é desenvolver nos jovens um pensamento crítico através da arte e da música. O aspecto comunitário do samba contou para que ele fosse escolhido como tema de 2021.

“Como já dizia Jair Martins de Miranda, um grande pesquisador e produtor cultural: ‘O mundo do samba desconhece o samba no mundo’ e não percebe a importância que tem, junto com o carnaval, como agregador de valor à marca que o Brasil projeta para o exterior. Desta forma, entre outros fatores, acabam perdendo oportunidades de negócios e suas instituições não reivindicam uma política pública de intercâmbio cultural para este segmento”, afirma ela, que divide os trabalhos no projeto com o australiano Mike Ryan.

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O MCnC tem participações de especialistas no mundo da música, além de um concerto final da Rio Art Orquestra após cada edição. Ele é 100% gratuito e funciona por incentivo fiscal.

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