Não existe fã do Metallica que não tenha se animado quando ouviu falar que a banda viria com um disco pesado de verdade ao lançar St Anger (2003). E quase todos os fãs ficaram, er, um tanto decepcionados quando ouviram o disco: produção crua, um som de bateria que parecia ter sido feito com latas de óleo e de goiabada, etc. A banda de heavy metal mais popular do mundo não podia, àquela altura, lançar um disco assim? Aparentemente não – no site Metacritic, o disco atingiu 65 sobre 100, em termos de pontuação, e a recepção ao álbum costuma unir amor e ódio.

Em 2015, um grupo de fãs do Metallica quis resolver essa história lançando o projeto #StAnger2015, em que regravavam fielmente tudo do disco. Daryl Gardner (guitarra, baixo e bateria), Dave Cox (vocais) e Chris Dando (produção e backing vocal) deram uma reduzida no tempo de duração do álbum – que perdeu 16 minutos -, limparam a qualidade sonora e colocaram uma bateria com som de bateria. “#STANGER2015 é para os ouvintes que não gostaram tanto do disco quando foi lançado em 2003”, contou na época Daryl Gardner. “A produção é mais convencional, e esperamos que os fãs curtam esta nova versão de um álbum que sempre é analisado como uma anomalia na incrível carreira da Metalica, a maior banda de metal do mundo”.

E o mais bizarro é que essa gravação AINDA ESTÁ NO YOUTUBE, em duas versões, estéreo e mono. Pega aí.

Pega também o And justice for Jason, versão do disco And justice for all, finalmente com o som do baixo.

Será que o Latino, que é fã da banda, curtiu?

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