O único uso que eu me lembro do flex-a-tone na história da música popular mundial é no final dessa música de 1971 do grupo Som Imaginário, “Cenouras”. No encarte do disco não tem, na ficha técnica, escrito “fulano de tal: flex-a-tone”. Mas o barulho é parecido.

De qualquer jeito, acredito que seja um instrumento bem diferente, hipster e que confira um aspecto cult a quem resolva comprar um (o Mercado Livre tem vendedores que pedem R$ 144 por um exemplar). Se você quiser tirar onda perante os amigos, olha só o que o YouTube faz por você: há vídeos ensinando a tirar sons do flex-a-tone. Confira.

Aparentemente é bem fácil tirar um sonzinho do instrumento. Observe.

Esse vídeo mostra como tocar um modelo específico do instrumento.

Outro vídeo bastante detalhado.

Uma dupla tocando flex-a-tone. Olha que legal. Aprendendo os rudimentos da peça, é só chamar um (a) amigo (a) e mãos à obra.

Já pensou em praticar o “Parabéns pra você” no flex-a-tone? Esse cara aqui não só pensou como fez. Com direito a pausa dramática antes do último “muitos anos de vida”.

Você iria num concerto para quatro flex-a-tones? Bom, esses quatro caras não apenas tocam o instrumento como também o executam com arcos de violino. Sim, é de ranger os dentes.

Dois caras e um flex-a-tone… e o tema de “Titanic”. Eu ri.