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Cultura Pop

Chico & Caetano de volta na Globoplay

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Chico & Caetano de volta na Globoplay

A entrada de Chico & Caetano na Globoplay traz de volta um momento (er) diferente na cultura pop nacional oitentista. Todo mundo quando lembra da década, pensa primeiro no rock nacional, no Rock In Rio, etc. Dessa vez, estavam lá na telinha da TV (em pleno ano de 1986) dois grandes nomes de um estilo musical que não era bem a cara dos anos 1980, apresentando ao vivo (não era gravação, não!) artistas de música brasileira, rock nacional (Rita Lee, Legião Urbana, Paralamas do Sucesso e RPM foram lá) e música latina (Mercedes Sosa e Pablo Milanés estiveram no palco do antigo Teatro Fênix).

O primeiro programa, se você não assina a Globoplay, está inteiro no YouTube. A atração abre com clima de convescote global (com vários atores e cantores chegando para assistir e/ou participar) e com as carteirinhas funcionais dos dois compositores/apresentadores. Entre os destaques, tem um raro momento em que Caetano aparece empunhando uma guitarra, numa versão axé-ambient de Milagres do povo.

As relações de Caetano Veloso com a Globo tinham sido relativamente tranquilas durante os anos 1970 e 1980 – com o baiano aparecendo constantemente nos programa da casa, mas criticando a emissora (e todas as outras) quando era necessário. Já Chico Buarque, mesmo ocasionalmente surgindo em trilhas de novelas, tinha ficado de fora da emissora por vários anos.

Anos depois, num artigo para o próprio jornal O Globo, afirmou que “nos anos 70 a TV Globo me proibiu. Foi além da Censura, proibiu por conta própria imagens minhas e qualquer menção ao meu nome”. O retorno de Chico à emissora foi gradual, incluindo especiais de TV, gravações pela Som Livre (gravadora da emissora), clipes no Fantástico (alguns vazaram até para o horário “jovem” da emissora, no Clip clip) e, finalmente, Chico & Caetano, que durou de 25 de abril a 26 de dezembro de 1986, em poucas edições.

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O fato de Caetano, bem mais desinibido, ter aceitado participar, contribuiu para o “sim” de Chico – que já havia tentado ser apresentador de TV nos anos 1960 ao lado de Nara Leão, sem sucesso. Mas Chico e Caetano, vale dizer, eram dois talentos que foram lançados ao grande público pela televisão (via festivais da Record), e já haviam gravado um disco juntos (Chico e Caetano juntos e ao vivo, de 1972). Apresentarem um programa juntos era a combinação mais natural do mundo. Daniel Filho, o diretor, queixava-se por sinal da ausência de Chico na série Grandes Nomes, de musicais televisivos, feita pela Globo poucos anos antes.

“Mas tudo mudou: saiu Figueiredo, entrou Sarney”, revelava ao Jornal do Brasil em 17 de março de 1986. A ideia de levar astros da música latino-americana, mais do que meramente musical, era política. “Temos uma grande preocupação com o terceiro mundo. Procuramos trazer a música de povos machucados como nós”, contou o diretor Roberto Talma a O Globo em 20 de abril de 1986. O roteiro do programa era de Nelson Motta.

Apesar do programa ser um bom mostruário de MPB (incluindo a participação de Elza Soares, que retornava com um disco pela Som Livre e uma participação em Língua, sucesso de Caetano, após um período de sumiço), muita gente reclamou da ausência de alguns nomes. Thomas Pappon entrevistou Chico para a Bizz em abril de 1988 e aproveitou para dizer que não tinha visto Luiz Melodia por lá.

“Ele não foi, mas se você for contar todas as pessoas que não foram convidadas veria que não cabiam em nove programas”, disse Chico, revelando que a ideia era só fazer poucos programas mesmo – e que nem teria como produzir mais do que isso, porque era a atração mais cara da Globo naquele momento. O cantor de Juventude transviada não foi o único ausente. O MPB 4 não foi convidado e, por causa disso, teria rolado uma mágoa com Chico, revelada no livro sobre o cantor da série Perfis do Rio, de Regina Zappa. Tim Maia foi ensaiar, não foi à transmissão e a emissora mandou as imagens do ensaio para o ar. O Camisa de Vênus foi convidado para encerrar o programa com o hit Só o fim, e recusou o convite.

Chico & Caetano fez sucesso, mas saiu bem na época em que a Rede Manchete prosseguia no objetivo de aporrinhar a Globo – após a encrenca do Carnaval 1986, quando a emissora dos Bloch conseguiu transmitir a festa com exclusividade, a novela Dona Beija roubou parte da audiência do programa. E sim, teve ainda um caso interessante ligado a Chico & Caetano que foi a tal música Merda, composta por Caetano para a atração. A canção saiu no disco que a Som Livre lançou com os melhores momentos do programa (interpretada por Chico, Caetano, Rita Lee e Luiz Caldas), mas foi proibida para exibição na TV pelo diretor de censura, Coriolano Fernandes, alegando que “se liberar pra Globo, o pessoal abusa”. Enfim, merda mesmo era a censura.

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De passar para a história do pop nacional, tiveram as reações de Chico (um olhar de “quando é que isso acaba?”) e de Caetano (o “adorei aquilo!” do baiano) à apresentação da Legião Urbana no programa.

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Cinema

O que você vai ver no documentário sobre o Velvet Underground

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O que você vai ver no documentário sobre o Velvet Underground

A essa altura, o que mais tem é link para baixar (de forma pirata) The Velvet Underground, o documentário de Todd Haynes sobre a banda americana que, mesmo não vendendo milhares de discos, mudou a sua vida.

E mudou mesmo: o filme de Todd é bastante assertivo ao deixar claro que a música do Velvet (e mais aproximadamente a de Lou Reed, principal compositor do grupo) deu voz a muita gente que estava totalmente excluída de todos os círculos possíveis e imagináveis da cultura e do universo pop.

Músicas como Heroin, All tomorrow’s parties (cuja letra poderia ter sido feita em 2021, no meio da pandemia), Sunday morning, Here she comes now e Sweet Jane foram mais do que apenas canções. Deram identidade para muita gente, e deram voz a uma turma que andava pelos cantos, sem público e (muitas vezes) desenturmada, em plena era do flower power. Dá para perceber pelo filme o quanto essa mensagem foi compreendida e assimilada.

Para quem se interessa, antes de tudo, por música de vanguarda, The Velvet Underground é uma boa demonstração de como a música cult se misturou com o universo pop – e de como até Beatles e The Everly Brothers encontram-se escondidos ali, na receita do grupo. Ainda que Sterling Morrison (guitarra), Moe Tucker (bateria e ocasionais vocais) e Nico sejam importantíssimos, o VU é o encontro entre um pretenso poeta e rockstar que adorava provocar e irritar os outros (Lou Reed) e um compositor e músico de vanguarda apaixonado por drones (John Cale).

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Se você espera que o filme mostre imperfeições de Lou como compositor e líder do grupo, vale dizer que algumas características desagradáveis do cantor estão lá – incluídas aí a maneira pouco bacana como nomes como Andy Warhol e John Cale foram sacados da turma. Mas Lou é mostrado como o sujeito que deu um discurso ao Velvet, um artista criativo e um companheiro bastante carismático.

O filme se vale de depoimentos de Moe, John Cale, Shelley Albin (ex-namorada de Lou Reed e, em tese, inspiração de músicas como Pale blue eyes), Merrill Reed (irmã de Lou, hoje psicoterapeuta), Mary Woronow (superstar da turma de Andy Warhol) e de ex-colegas dos integrantes no começo da carreira. Nomes como Sterling e Lou aparecem em depoimentos antigos.

Quem quiser um panorama bem legal sobre a caminhada do VU do comecinho até a era da Factory, vai ficar feliz com o filme. Um detalhe chato é que The Velvet Underground tem quase nada de shows da banda. Restou a um jovial Jonathan Richman (Modern Lovers), cria da banda, e que já viu cerca de 70 (!!!) shows do Velvet, dar um depoimento excelente sobre como eram as apresentações e como era legal ver um show deles.

Não há muita coisa sobre Loaded, disco de 1970, no filme. Compreensível: Moe Tucker não participou do disco, Cale diz que o Velvet já não era mais problema dele, Sterling e Lou estão mortos, Doug Yule não quis dar depoimento. Ainda assim, isso é BASTANTE lamentável, já que Loaded foi o maior esforço para tirar o Velvet Underground do (eita) underground. Falei desse álbum aqui inclusive. O último empresário do Velvet, Steve Sesnick (vilanizado por Lou e por uma porrada de gente do círculo do grupo), passa batido pela história e nem é citado.

No mais, qualquer coisa feita por Todd Haynes merece que você veja com toda a atenção – e já falamos sobre uma delas, o doc Superstar: The Karen Carpenter story, feito apenas com bonecas Barbie.

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Cultura Pop

Bandas (e outras coisas) que você conheceu por causa de Renato Russo e da Legião Urbana

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Bandas (e outras coisas) que você conheceu por causa de Renato Russo e da Legião Urbana

Vinte e cinco anos sem Renato Russo. De 11 de outubro de 1996 até hoje, rolaram várias homenagens a ele. Algumas bastante honrosas (como o livro Renato, o Russo, de Julliany Mucury, e os shows com Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá), e várias outras nem tanto. A melhor homenagem, no entanto, nunca foi feita: o produtor que tiver a ideia de unir de alguma forma informações sobre as várias bandas que influenciaram Renato (entre elas, vários grupos que ainda continuam na ativa), vai fazer um belo trabalho cultural sobre as origens do som não apenas da Legião, como de todo o rock de Brasília.

“Legal. Que tal um festival no Brasil com esse povo todo em 2022?”, você pode se perguntar. Bom, algumas chances estão irremediavelmente perdidas, já que Andy Gill, da Gang Of Four, e Pete Shelley, dos Buzzcocks, saíram de cena. As duas bandas já estiveram no Brasil, de qualquer jeito, e pelo menos Andy chegou a tocar no show MTV Ao Vivo – Tributo à Legião Urbana, que aconteceu em 2012, com o ator Wagner Moura fazendo as vezes do vocalista original. Fica faltando algo mais (hum) conceitual, no formato de um show, um evento, uma expo, várias lives, etc. Enquanto isso não acontece, seguem aí alguns nomes (de bandas, artistas, filmes, livros) que você conheceu em entrevistas de Renato Russo e da Legião.

SLAUGHTER AND THE DOGS. Renato e André Pretorius passavam horas ensaiando uma única música dessa banda (sem Fê Lemos, cuja bateria ainda estava presa na Inglaterra). Essa banda punk britânica formada em 1975 tinha adoração pelo imaginário de David Bowie – tanto que o nome une o do disco Diamond dogs ao do primeiro álbum solo do guitarrista Mick Ronson, Slaughter on 10th avenue. No começo das atividades do Aborto Elétrico, lançavam a estreia Do it dog style (1978).

COMSAT ANGELS. Banda pós-punk britânica ativa entre 1978 e 1995. O disco Waiting for a miracle (1980) estava entre os mais ouvidos pela turma de Brasília – inclusive, tem uma certa música da Legião que lembra bastante Independence day, maior hit da banda, que está neste disco. A partir de 1982, uma ameaça de processo de uma empresa Communications Satellite Corporation, conhecida como Comsat, fez a banda mudar de nome – primeiro para CS Angels, depois para Dream Command.

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THE PUNK ROCK MOVIE. Renato lembrou em algumas entrevistas ter visto esse documentário, dirigido por Don Letts, quando a Legião se mudou para São Paulo – e recordou ter ficado chocado com as cenas de Sid Vicious com o peito cortado a gilete, e de Siouxsie tomando um monte de bolinhas. O filme está no YouTube, mas com uma qualidade de reprodução tão ruim que você não vai conseguir ver direito nem uma coisa nem outra.

RAMONES. Até os anos 1980, a banda americana de punk não havia estourado no Brasil – o lançamento aqui do primeiro disco, de 1976, foi anunciado, mas a gravadora desistiu de lançar. Antes da adoração aos três acordes da banda virar padrão para o rock brasileiro, o disco It’s alive, de 1979, tinha mudado a vida do baterista Marcelo Bonfá e servido de elo entre tribos diferentes da turma de Brasília. “Todos gostavam”, esclarecia Renato.

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BUZZCOCKS. Citado como influência no Aborto Elétrico e no começo da Legião Urbana, o grupo punk britânico (que inovava ao misturar temas existenciais e românticos nas letras) era um dos mais queridos da galera. Renato dizia que Fiction romance, música da estreia da banda, Another music in a different kitchen (1978), era uma das raras coisas mais inofensivas ouvidas pela galera. “Tocava e todo mundo ia dançar”, dizia.

SHAM 69. Outra banda querida da turma da Colina. Esse grupo britânico, que tirou seu nome de uma pichação na parede (Walton & Hersham ’69, referência a uma vitória do time inglês em 1969), teve seu primeiro single produzido por John Cale, do Velvet Underground. O primeiro hit foi Borstal breakout, de 1978.

MUTANTES. Pode perguntar para quem tinha uns 12 anos em 1986, quando Renato Russo citou o grupo na letra de Eduardo e Monica: quase ninguém lembrava da banda paulistana. Em 1985, a Baratos Afins reeditou o catálogo deles. Foi para quem tinha que ir. Após anos e anos de Rita Lee desprezando a banda, e de sumiço de Arnaldo Baptista e Sergio Dias (e de discos fora de catálogo), o nome do grupo era quase tão underground para os adolescentes que ouviam Legião quanto o do escritor Arthur Rimbaud, citado quase na sequência.

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YOUNG MARBLE GIANTS. Renato costumava aparecer em fotos usando camisas dessa banda britânica (“minha favorita”, dizia), que gravou só um disco em 1980, Colossal youth, além de dois EPs, e que unia os vocais de Alison Statton a teclados e bateria eletrônica. O som lembrava mais uma trilha de videogame do que punk rock. Em L’age dór, música da Legião de 1991, Renato citou a banda no verso: “lá vem os jovens gigantes de mármore/trazendo anzóis na palma da mão”.

METAL BOX. Dizia Renato que André Muller, baixista da Plebe Rude, costumava deixar discos em lugares onde poderiam ser facilmente roubados, e certa vez quebrou um exemplar (caríssimo) do Metal box, o experimental segundo disco do Public Image Ltd.

Quem não tivesse acesso ao disco original, com três EPs numa caixa de metal, poderia se contentar com a Second edition, que reduzia o set a um disco duplo (e mesmo assim, não saiu no Brasil). O disco também foi bastante ouvido por Renato Russo, que costumava citá-lo em entrevistas. Poptones, que fala em “o gravador tocava músicas populares”, provavelmente foi a matriz do “todos os doentes estão cantando sucessos populares”, de Mais do mesmo.

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A MONTANHA MÁGICA. A obra-prima do escritor alemão Thomas Mann, lançada originalmente em 1924, tem na edição brasileira mais de 800 páginas. É o tipo de livro que muitos classificam como “exigente”, não apenas pelo tamanho, como pela temática bastante depressiva: um rapaz que se interna num sanatório nos Alpes Suíços e vai adiando sua saída de lá, desligando-se da vida real e amadurecendo a partir do contato com várias experiências novas, enquanto interno. Parece o isolamento de 2021, mas era a Suíça de mais de cem anos atrás (o livro se passa imediatamente antes da Primeira Guerra Mundial, que começou em 1914).

Renato leu o livro quando bem jovem, ao mesmo tempo que lia autores como Fernando Pessoa e Hermann Hesse, e ouvia Closer, do Joy Division. E, claro, você deve conhecer A montanha mágica, música de 1991 da Legião, sobre as experiências de Renato com heroína.

THE GREAT ROCK´N ROLL SWINDLE. A morte de Sid Vicious em 2 de fevereiro de 1979 tirou Renato Russo do centro (“ele era meu ídolo”). A turma de Brasília já conhecia o primeiro disco dos Sex Pistols, Never mind the bollocks, mas a trilha do filme sobre a formação da banda, The great rock´n roll swindle (1979), eles só tinham escutado aos pedaços (o disco sairia no Brasil só nos anos 1980).

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I wanna be me e a versão de Sid Vicious para o sucesso de Frank Sinatra, My way, eram algumas das preferidas. The great… já esteve inteiro no YouTube e sumiu. Em compensação, The filth and the fury, documentário do mesmo diretor (Julien Temple) sobre os Pistols, está lá te esperando até segunda ordem.

CONSTRUÇÃO. Nos anos 1980, pelo menos entre adolescentes e jovens adultos, era absolutamente uncool gostar de MPB. Em compensação, lá estava Renato Russo divulgando em entrevistas que seu trabalho como letrista tinha sido bastante influenciado pela obra-prima de Chico Buarque, Construção, lançada em 1971.

A Legião tocou no programa Chico & Caetano, da Globo, em 1986, por sinal. A dança de Renato no palco ganhou um “adorei aquilo!” meio irônico de Caetano Veloso, que deixou Dado Villa-Lobos se sentindo mais sacaneado do que elogiado (pelo menos é o que o músico diz no livro Memórias de um legionário). Chico, por sua vez, pareceu um tanto assustado, ou entediado, com o grupo tocando Ainda é cedo.

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GANG OF FOUR. Os ruídos da guitarra de Dado Villa-Lobos em Ainda é cedo têm mais a ver com o som da guitarra de Andy Gill do que com os barulhos de The Edge, do U2 – apesar de ser uma enorme tentação comparar tudo com músicas como Gloria e I will follow. Andy Gill, você já leu lá em cima, foi legionário por um dia. Recentemente saiu o disco The problem of leisure: A celebration of Andy Gill and Gang of Four, da qual o próprio Dado participa tocando Return the gift.

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Cultura Pop

Tem XTC no podcast do POP FANTASMA

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XTC

É a banda de Making plans for Nigel e King for a day! A banda britânica XTC deixou saudade na gente e em mais um monte de fãs. No nosso podcast POP FANTASMA DOCUMENTO, recordamos alguns dos momentos mais maravilhosos (nada de “melhores momentos”, XTC só tem música maravilhosa) desse grupo, liderado pelos gênios Andy Partridge e Colin Moulding, que acabou de forma misteriosa e deixou vários álbuns que todo mundo tem que conhecer. E convidamos o amigo DJ e músico Pedro Serra (Estranhos Românticos, O Branco E O Índio, Rockarioca) para ajudar a explicar porque é que você tem que parar tudo e ouvir o som deles agora mesmo.

O Pop Fantasma Documento é o podcast semanal do site Pop Fantasma. Episódios novos todas as sextas-feiras. Roteiro, apresentação, edição, produção: Ricardo Schott. Músicas do BG tiradas do disco Jurassic rock, de Leandro Souto Maior. Arte: Aline Haluch. Estamos no SpotifyDeezerCastbox Mixcloud: escute, siga e compartilhe! Ah, apoia a gente aí: catarse.me/popfantasma.

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