Se você nunca ouviu falar do C-Date, ele foi o primeiro site de encontros casuais da Europa. Hoje, está presente em 35 países e tem mais de 15 milhões de usuários, e todos os dias chegam mais de 20 mil novos membros (opa). O perfil dos usuários é composto por pessoas com idade entre 30 e 55 anos e que procuram viver aventuras sem compromisso. E o C-Date tem uma sexóloga chamada Carla Ceccarelo. Hoje, ficamos sabendo, por intermédio dela – chegou por e-mail via release – que há cuidados para transar na água. Como o verão tá aí, achamos que você gostaria de saber disso.

Releases REALMENTE importantes: aprenda a transar na água

“Transar na piscina, na banheira, no banho do chuveiro ou até mesmo na praia é um fetiche oculto de muitas pessoas, mas, por conta de dúvidas e temores, essa prática prazerosa acaba não sendo exercitada tanto quanto deveria. Essa é a afirmação da sexóloga do aplicativo de sexo casual C-date, Carla Ceccarelo, para quem a prática merece alguns cuidados e atenção ainda que possa ser realizada de forma a gerar muito tesão para quem pratica.
Assim como em qualquer relação sexual, o uso do preservativo é imprescindível. No sexo feito na água não seria diferente. Segundo a especialista, é recomendado o uso de um preservativo específico, o de silicone. ‘Claro que o preservativo comum não vai dar certo, ele vai ficar seco, não vai ajudar a desliza”, explica Carla. Ela ressalta que é importante usar preservativos de silicone que não saem do pênis e também porque não ficam muito secos. ‘Dá para fazer a penetração tranquilamente’, destaca a sexóloga.
As queixas das mulheres geralmente são em torno da lubrificação vaginal. Elas acham que a região fica seca, neste tipo de relação. A solução, de acordo com a sexóloga do C-date, é a utilização de géis lubrificantes com base de silicone. A lubrificação é importante para ambos (para ela e ele) já que facilita a penetração e não machuca a vagina ou o pênis. ‘O prazer deve ser absoluto e sem ferimentos’, diz Carla.
Ainda sobre a questão do preservativo, um alerta é importante. Após a ejaculação, o pênis tende a ficar mole e há o risco de o preservativo sair.A sexóloga informa que é necessário que o casal tenha controle imediato da situação. ‘É para que o esperma não fique, por exemplo, nadando na água por que a gente não sabe o que pode acontecer’, ressalta a especialista. Apesar de ser uma situação raríssima, a mulher pode vir a ficar grávida por conta do esperma na água. Carla assegura que é muito difícil disso acontecer, mas alega que a situação acaba sendo propícia. ‘A vagina ainda lubrificada, no meio líquido que é a água, o espermatozoide pode continuar nadando. O melhor é garantir que ao tirar esse preservativo já dá o nozinho nele e acabou’, observa.
Outro cuidado que deve ser tomado é contra as DST’s. Mesmo que o ato sexual seja feito na água, é um grande erro acreditar que a água vai ‘limpar’ a região, protegendo o casal. A sexóloga salienta atenção redobrada em caso de banheiras de motel, hotel ou de locais desconhecidos. Para ela, a primeira coisa que tem de ser feita é escaldar bem. ‘Tem que encher a banheira com água bem escaldada, bem quente, pra que depois, então, possa esvaziar tudo e encher novamente com a água que vai usar’, aconselha Carla.
Para a mulher, transar na água pode acabar sendo um tanto quanto complicado por conta das posições. A sexóloga avisa que não é viável que a mulher fique de costas para o homem e incline tronco pra frente pra que haja penetração, por exemplo. ‘Uma boa posição é quando ela se senta nele, abraça o tronco dele com as pernas e então vai ter o encaixe perfeito na hora da penetração’, comenta a especialista.”