Na época em que já estava rolando o boom do CD-R (e fita K7 era algo que fazia as pessoas caíram na gargalhada), uma empresa chamada Superscope achou que seria uma boa ideia fazer com que bandas e músicos profissionais não dependessem tanto assim de ter um computador com kit multimídia. Investiu num modelo de gravador de CD profissional, o PSD300, que vinha com entradas para caixa acústica e microfone, e ainda gravava e duplicava CDs. Na prática, funcionava como um portastudio (bastante limitado) que copiava CDs, e ainda tinha utilidade para pessoas que estavam aprendendo a tocar instrumentos, ou para professores. O canal de novidades tecnológicas do passado Techmoan arrumou um e fez um vídeo mostrando como funciona o aparelho.

Com o Superscope, era possível alterar o pitch das músicas, remover vocais, separar canais e deixar o som de alguns dos instrumentos, e até tocar um CD seguido do outro, nos dois aparelhos disponíveis. Ainda é possível encontrar aparelhos como esses, mas em lojas e sites de usados.