Fergie revelou tudo sobre os maus bocados que passou mas mãos das drogas durante um papo com o programa ENews , do canal E!, na quarta (6). Ela diz que o vício em metanfetamina a levou “a meu ponto mais baixo”.

“Eu estava sofrendo de psicose e demência induzidas pelos químicos. Eu estava alucinando todos os dias. Demorou um ano para conseguir tirar os elementos químicos da droga do meu cérebro e eu parar de ver coisas”, relembrou. Fergie chegou a achar que o FBI e a CIA a seguiam. Ela diz ter tentado entrar para a igreja, sem sucesso.

“Eles tentaram me expulsar, porque eu estava me movimentando pelos corredores dessa maneira louca. Eu achava que havia uma câmera infravermelha na igreja tentando verificar meu corpo. Passei para um corredor e duas pessoas me perseguiram”, conta. “Pensei: ‘Se eu sair, e a equipe SWAT estiver lá, eu estava certa o tempo todo. Mas se eles não estão lá, então são as drogas me fazendo ver as coisas e eu vou acabar em uma instituição. E se realmente são as drogas, não quero mais viver minha vida dessa forma’. Saí da igreja, obviamente não havia nenhuma equipe de SWAT, era só eu mesma. Foi um momento de libertação”.

“Esse negócio da droga é muito divertido até não ser mais”, ponderou a cantora. “Eu agradeço todos os dias por isso ter acontecido comigo, porque isso se tornou a minha força, minha fé e minha esperança por algo melhor”, conclui.

O envolvimento dela com drogas se deu na época em que fazia parte do girl group Wild Orchid, no qual esteve até 2001. Em 2006, quando já estava no Black Eyed Peas, afirmou à Time que as drogas foram “o namoro mais difícil de se romper”.